|
Desmistificando o Cloud Computing
O tema cloud computing tem sido muito discutido entre os principais empresários do país, mas pouco ainda se sabe sobre os efeitos e
os benefícios que esta solução pode trazer aos usuários
 Marcos A. Silva, representante da MIPC Informática, dedicou o seu tempo para desmistificar o tema e orientar profissionais de
tecnologia para que eles possam aderir ao sistema com segurança.
Segundo o especialista, com este sistema é possível fazer tudo que é feito hoje, e algo mais, de uma forma mais simples e com um
custo menor. “O importante é ter em mente qual será o público-alvo dos recursos e serviços – Corporativo ou Pessoal. Hoje, com o
advento da internet, o ambiente corporativo está completamente tomado por conteúdo pessoal, pois a facilidade em estabelecer essa
mistura de informações é enorme, basta olhar para os “Diretórios de Pastas/Arquivos”, nas “Caixas de E-mail” e para os “Favoritos” dos
funcionários”.
Nas empresas, Cloud Computing é uma saída para essa situação de caos. O ambiente volta a ter controle, a segurança é centralizada,
os terminais de acesso passam a ser limitados a ponto de não armazenarem e nem processarem mais nada, os aplicativos e as
informações ganham mobilidade “com responsabilidade”, ocorre redução de custos devido a um aproveitamento maior dos recursos na
exata medida da necessidade da empresa, diminui a dispersão por parte dos funcionários, enfim as vantagens são inúmeras. Basta
escolher bem quem será o responsável por esta “nuvem”, porque muita gente diz que faz, mas o problema é “como”.
1-) Quais os recursos básicos que uma solução de cloud computing precisa ter?
[Marcos A. Silva] Não é uma questão de recursos básicos. A solução deve atender às necessidades de TI da empresa. Não adianta
parte das aplicações e dados estarem “na nuvem” que a princípio tem uma série de benefícios, enquanto que outra parte está sujeita
aos riscos e incertezas que já conhecemos, e ainda a um custo superior.
2-) Uso um programa exclusivo na minha empresa, e agora?
[Marcos A. Silva] Minha experiência de mercado mostra que qualquer empresa, independente do porte, tem desde dicionários e
tradutores até ERPs extremamente complexos. A decisão de migrar para o modelo cloud computing deve passar pela escolha de um
fornecedor cujo serviço contemple o que há de “exclusivo” na empresa. Sabemos que no mercado ainda existem sistemas que impõem
mudanças nos usos e costumes das empresas, e eu acho isso um absurdo. Os empresários podem não ser especialistas em TI, mas
conhecem como ninguém o seu próprio negócio. Se há algo que valha a pena comentar, eu comento, mas jamais imponho.
3-) Como saber se a empresa vai fazer tudo o que ela se propõe?
[Marcos A. Silva] Escolher quais empresas têm capacidade para oferecer uma proposta adequada, é o passo seguinte ao da definição
daquilo que se busca contratar, porque se sairmos procurando qualquer coisa, as chances de contratarmos qualquer coisa serão
grandes.
Os serviços devem ser apresentados em funcionamento, pois acreditar cegamente em comerciais parece não ser uma boa prática. Um
teste drive com situações reais deve preceder o contrato de prestação de serviços, que por sua vez tem que espelhar as garantias,
SLAs, responsabilidades e punições para as partes em caso de falhas. Uma empresa idônea e competente oferecerá inclusive um ou
mais planos de contingência.
Parece que isso é o trivial, mas quantos de nós já não enfrentamos dificuldades causadas por contratos leoninos, resumidos e sem
parâmetro algum?
4-) Os custos vão mesmo ser reduzidos? De que forma?
[Marcos A. Silva] Posso responder esta pergunta relacionando ponto a ponto onde haverá redução ou eliminação de custos. Ao invés
disto, prefiro fazer uma comparação com situações onde o compartilhamento só traz benefícios, mensuráveis e não mensuráveis,
porque é isso que acontece com cloud computing.
Imagine se cada empresa do segmento alimentício produzisse a energia elétrica que ela necessita. Que essa mesma empresa
captando e tratando a água utilizada nas suas receitas.
Imagine também custo para manter profissionais especialistas nessas atividades, mais os equipamentos e tecnologias.....
Mas quando compartilhamos com outras empresas o uso de uma hidrelétrica, tudo está no seu devido lugar – especialistas, recursos,
investimentos, e por isso os custos são infinitamente menores, pois são divididos sem prejuízo algum. Se paga por aquilo que é
utilizado. É esse o movimento que começa a acontecer em relação à utilização da TI com o modelo cloud computing, com vantagens
mensuráveis e não mensuráveis.
5-) Os meus funcionários vão se adaptar ao sistema? Ou será necessário desprender de tempo para cursos?
[Marcos A. Silva] A resposta da primeira e da segunda questão, de certa forma, inclui essa coisa de alterar ou não o dia a dia dos
funcionários. Os usuários finais têm uma rotina pré-estabelecida. Um sistema desenvolvido de maneira inteligente deve considerar
desde a imagem que aparece na tela do desktop, a navegação pelos aplicativos, sistema de arquivos, até as ferramentas de gestão e a
escolha da impressora para determinado relatório. Quanto menos mudarmos melhor. Quando o time está ganhando e o técnico muda a
estratégia, algo está errado!
6-) Com a adesão ao cloud computing terei que demitir os responsáveis por esta área?
[Marcos A. Silva] Esta é uma questão que foi levantada há algum tempo, mas conforme vão surgindo soluções cada vez melhores e
mais abrangentes no mercado, o volume aumenta. Eu digo que as atribuições e responsabilidades dos profissionais dessa área já
deveriam ter mudado há muito tempo. Recentemente os CEOs descobriram que esta área da empresa pouco contribui nos momentos
difíceis. Há um claro movimento de resistência frente a tendências como cloud computing, até por insegurança e talvez falta de
informação. Entretanto é possível aproveitar certos profissionais, envolvendo-os em atividades mais alinhadas às decisões corporativas,
afastando-os das atividades cuja oferta de serviços pelo mercado poderá trazer maiores ganhos para a empresa.
7-) Poderei acessar os dados da empresa no desktop da minha residência?
[Marcos A. Silva] Conforme o Gartner que é uma autoridade mundial em análise de tendências para TI, uma solução completa de cloud
computing entrega inclusive o hardware como serviço. No mundo corporativo atual, o desktop instalado numa residência já é utilizado até
para trabalhos remotos. Há empresas que prometem cloud computing apenas através do seu site na internet. A solução que eu
represento, já funciona em qualquer desktop a partir de um client levíssimo que busca a conexão com a internet sem necessidade de
browser ou abertura de web site. Mesmo num hotel ou lan house, garantimos a passagem pela internet através de um túnel blindado e
único para cada usuário.
8-) Posso acessar aos meus dados de qualquer máquina? Como funciona este processo?
[Marcos A. Silva] O sistema está preparado para avaliar se quem solicita o acesso está habilitado para tal. Esse processo independe
da máquina que está sendo utilizada como terminal de acesso. Não podemos tirar a liberdade dos funcionários, caso o modelo de
negócio da empresa que eles representam permita esse procedimento.
9-) E a segurança? Este sistema não aumenta as chances de invasão?
[Marcos A. Silva] Quando pensamos no segmento corporativo, segurança é palavra de ordem e tem prioridade. Um fornecedor de
serviços de cloud computing deve levar isso ao extremo. Todo sistema informatizado é passível de invasão. Como desenvolvedor, devo
me preocupar em tratar desse assunto tecnicamente, amparado por laudos, certificações e monitoramento constante. Acontece que
isso não é suficiente, pois a maioria dos casos onde há invasão nas empresas, as brechas foram causadas por funcionários. Então
como administrador responsável pelas informações dos meus clientes, devo alertá-los sobre as boas práticas na operação dos
sistemas que já existem, e auxiliando-os a identificar as brechas. Isso é possível através do monitoramento acoplado ao sistema.
Tráfego fora do horário normal de funcionamento da empresa pode resultar num alerta para o responsável da empresa, por exemplo.
10-) Quais os fatores principais que devem ser vistos na hora da adesão? É importante migrar aos poucos e ainda manter dados no
meu desktop?
[Marcos A. Silva] Eu já mencionei acima um exemplo sobre como a escolha do fornecedor deve transcorrer.
Escolhido o fornecedor:
- Ajuste o contrato,
- Exija um plano detalhado de migração do que existe na empresa.
“Aproveite e avalie se o espaço em disco ocupado antes da migração será o mesmo “na nuvem”, porque não se sabe o que
exatamente determinados funcionários armazenam nos HDs da empresa, e isso continuará desperdiçando o investimento em
recursos”.
- Caso tenha sistemas de terceiros, como um ERP, por exemplo, é necessário que o fornecedor tenha feito contato com o mesmo.
www.mipc.com.br
PlayPhone vence Mobile Entertainment Awards 2009
ME Awards, promovido pela revista Mobile Entertainmet, maior publicação do setor no mundo,
elege
PlayPhone como melhor empresa mobile em D2C
 A PlayPhone, agregadora de conteúdo premium para celular, foi eleita como a melhor empresa Direct-to-Cosumer, durante o ME Awards, evento promovido pela revista Mobile Entretainment, que aconteceu em 2 de outubro, em Londres.
O Mobile Entertainmet Awards premia as empresas que mais se destacaram nos critérios criatividade, inovação e que fazem contribuições significativas para o mercado móvel em todo o mundo. A PlayPhone foi homenageada em uma cerimônia que contou com a presença de mais de 400 convidados, entre 120 empresas de mídia, entretenimento e tecnologia. Os outros finalistas da categoria foram: Neomobile, Hungama, Tim w.e. e Flycell.
Presente em 25 países em quatro continentes, a PlayPhone possui relacionamento direto com as maiores gravadoras, estúdios de cinema, canais de televisão e desenvolvedores de jogos, para a distribuição global de conteúdo móvel. Oferece aos usuários os melhores itens para personalização e entretenimento móvel como ringtones, jogos, vídeos e imagens.
"Ganhar esse prêmio é uma grande conquista para a Playphone, pois representa o reconhecimento de nossos serviços por parte das pessoas que votaram em nós, que são os maiores formadores de opinião na indústria mobile”, destaca Ron Czerny, fundador e CEO da Playphone. “Após cinco anos de sua criação, a Playphone realmente se tornou líder mundial em entretenimento móvel e nós estamos apenas começando”, concluiu Czerny.
Este prêmio dá início à implantação da nova plataforma de distribuição da Playphone, que passará a ter uma base tecnológica unificada em todos os territórios onde atua. Isso permitirá que a empresa trabalhe como um distribuidor global de conteúdo perante os produtores e grandes marcas parceiras. Possibilitará ainda que a PlayPhone crie campanhas globais de venda, o que auxiliará os parceiros a levarem suas marcas a territórios onde ainda não possuam presença. Além disso, o novo site da empresa, com lançamento previsto para o início de 2010, contará com inúmeros recursos inovadores e diferenciados para a indústria móvel mundial.
www.playphone.com
Haco oferece sequência numérica tecida para etiquetas
Única no Brasil a oferecer o produto, a empresa catarinense aposta no valor agregado da exclusividade
 No competitivo mundo da moda, nada valoriza mais um produto do que a exclusividade. Para atender a marcas e estilistas que buscam agregar valor a suas coleções e garantir autenticidade às peças, a Haco Etiquetas lança a "Haco Limited". A tecnologia permite a produção de etiquetas com sequência numérica individual tecida. Por meio de uma codificação pré-estabelecida, cada etiqueta recebe uma numeração diferente.
A Haco é a única empresa brasileira a oferecer etiquetas com sequencia numérica tecida. Outros produtos disponíveis no mercado oferecem sequência numérica carimbada sobre as etiquetas tecidas, porém este processo pode ser falsificado. Já no caso da seqüência numérica tecida, a falsificação é praticamente impossível. A utilização de etiquetas com sequência numérica tecida dificulta a pirataria e também permitem melhor controle das peças.
A Vulcabrás, companhia do setor de calçados que conta com marcas como Azaléia, Olympikus e Reebok, é um exemplo de empresa que já utilizou a tecnologia Haco Limited. A empresa produziu uma série especial de camisas do Pentacampeonato Brasileiro do São Paulo Futebol Clube. Foram feitos 533 produtos especiais alusivas aos campeonatos conquistados (cinco Brasileiros, três Mundiais e três Libertadores da América) e as etiquetas de cada camisa marcavam: 1 de 533, 2 de 533, 3 de 533, até 533 de 533.
Com uma produção de 3 bilhões de etiquetas por ano, a catarinense Haco detém mais de 70% do mercado brasileiro e exporta para mais de 30 países. Entre os clientes da empresa estão Nike, Adidas, Calvin Klein, Isabela Capeto, Rosa Chá, Dudalina, Ellus e Malwee.
www.haco.com.br
Trend Micro investe em relacionamento digital com Full Haus
Agência cria as peças de comunicação digital da multinacional para América Latina e promove interação online da marca com seus públicos
Disseminar conteúdo relevante ao seu público, além da divulgação de seus produtos no ambiente virtual: esse é o objetivo da Trend Micro em suas estratégias de comunicação, que contemplam também um trabalho de marca através das newsletters enviadas para sua base de canais. Para isso, a multinacional especializada em sistemas de segurança da informação conta com a Full Haus, agência de web marketing com foco em criação, campanhas e websites. A agência é responsável pela arte e identidade visual das peças de comunicação, bem como a revisão do conteúdo direcionado por meio das campanhas online.
As newsletters, disparadas por e-mail pela Full Haus através de uma plataforma que automatiza e gerencia a acessibilidade dos destinatários, são direcionadas a dois segmentos, sendo uma base de dados constituída por PMEs (Pequenas e Médias Empresas) e a outra, contemplada pelas Grandes Empresas presentes na carteira de clientes da Trend Micro. Ambos os públicos possuem intitulações diferenciadas para campanhas, divididos em clientes de Volume e Valor, respectivamente.
O conteúdo é alinhado ao perfil de cada grupo e tem foco na produção de materiais relacionados ao mercado de atuação de cada segmento. “O mercado SMB deve receber informações que tenham relevância para aplicar o conhecimento explorado na newsletter junto aos seus clientes, que normalmente também são menores. Para as campanhas com foco nas grandes corporações, que normalmente adquirem sistemas mais robustos, os artigos exploram um lado mais técnico, aliado a gestão para despertar o interesse na leitura e maior audiência nas ações online”, explica Pablo Caldas, Diretor de Planejamento da Full Haus.
Para criação da identidade visual das peças, a agência segue os conceitos explorados nas mensagens. Pablo afirma que o processo de produção do layout tem que ter total relação com o conteúdo. “Ao receber um e-mail, a primeira impressão é o designer aplicado na peça. O campo que descreve o ‘subject’ também é fundamental para interatividade do leitor. Nossa atenção está sempre alinhada a esses conceitos. Nossa expertise em ações no mundo digital permite aumentar a probabilidade de alcançar resultados mais efetivos através desse canal”, completa.
As newsletters têm periodicidade quinzenal (PMEs) e mensal (Grandes Corporações) e contam com o know how da Full Haus não apenas para criação, revisão e disparos, mas também para mensuração dos resultados de acessos pelo internauta e tradução (espanhol) do conteúdo que atende a todos os países da America Latina que falam espanhol.
Mais informações: www.fullhaus.com.br
HP Brasil apóia Projeto Giclées ArtPhoto - Off Bienal
 A HP Brasil, através do Grupo de Imagem e Impressão, e em parceria com a Emporium/ArtPhoto, anuncia apoio ao projeto Giclées ArtPhoto - Off Bienal, uma iniciativa que tem como objetivo apresentar para os segmentos de artes, arquitetura, decoração, fotografia e ao público em geral uma nova alternativa no mercado de arte, através de reprodução de obras em glicées e fine arts.
Giclée é o termo usado para impressões de qualidade artística produzidas por uma impressora jato de tinta a partir de uma imagem digital, em altíssima resolução.
A HP participa do projeto através da impressão das obras na impressora fotográfica profissional de grande formato HP Designjet Z3200, utilizando tecido Canvas HP e cartuchos de tinta HP.
Entre os 37 artistas que participam do projeto estão Ivald Granato, Antonio Peticov, Luiz Paulo Baravelli, Caciporé Torres, Guto Lacaz, Gustavo Rosa e Gregório Gruber. “Alguns dos artistas estão experimentando a impressão digital pela primeira vez e estão maravilhados com os resultados de precisão e fidelidade de cores”, comenta Duda Rosa, artista plástico e coodernador do projeto.
Para Luis Otávio Palácios, Diretor de Marketing e Vendas para Soluções de Impressão de Grande Formato da HP Brasil, “em se tratando do mercado mais exigente no que diz respeito à qualidade de impressão e complexidade técnica, a HP apóia o projeto no intuito de se firmar cada vez mais como a melhor e principal opção para a impressão de peças desse tipo”, afirma. “A HP Brasil tem investido fortemente para oferecer aos seus clientes e parceiros o que melhor se pode encontrar sobre inovações tecnológicas, desempenho e qualidade no mercado de impressão de grande formato. Esta busca pela excelência estará sendo exibida na impressão de todos os trabalhos expostos no vernissage”, conclui Palácios.
A ArtPhoto Produtos, empresa do Grupo Emporium Solutions, nasceu do ideal da empresária Rosana De Conti que convidou o artista plástico Duda Rosa para coordenar o projeto. A ArtPhoto Produtos apresenta uma arrojada proposta de reprodução de obras de arte,fotografias, gravuras e ilustrações.
Uma inovadora parceria entre a ArtPhoto Produtos e um seleto grupo de artistas e fotógrafos inspira criatividade, dando uma identidade visual única na concepção de projetos especiais. Este time de talentos disponibiliza os diferentes estilos de suas criações com exclusividade, que podem ser reproduzidas em diversos suportes como: papel algodão, papel fotográfico, lona canvas, vinil adesivo, além de impressões sobre materiais rígidos como MDF, madeira, vidro, acrílico, foam board, PVC entre outros.
www.artphotoprodutos.com.br/projetogiclee
VII Fórum de Segurança e Meio Ambiente será no dia 22 de outubro
O evento visa favorecer o debate e a troca de idéias
entre profissionais de diferentes setores sobre questões ambientais, de saúde e segurança dos trabalhadores
 No dia 22 de outubro, o Departamento de Segurança e Meio Ambiente do Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp) promove o VII Fórum de Segurança e Meio Ambiente. O evento será no auditório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo e reunirá especialistas que promoverão o debate e a troca de ideias entre profissionais de diferentes setores sobre questões ambientais, de saúde dos trabalhadores e de segurança.
Quando o assunto é segurança e meio ambiente, toda e qualquer informação é necessária e as discussões a respeito destes assuntos devem ser constantemente colocadas em pauta, pois os custos e as consequências da falta de conhecimento, nestes casos, podem ser incalculáveis para empresas e sociedade. "O Fórum cumpre, então, o papel de buscar novos caminhos de tratar estas questões e ampliar a conscientização dos profissionais da área", afirma o Coordenador do Departamento de Segurança e Meio Ambiente do Sitivesp, Fernando Furlaneti.
Neste ano, o Fórum de Segurança e Meio Ambiente contará com um discurso de abertura do presidente em exercício do Sitivesp, Paulo Cesar Abrantes de Aguiar, seguida por quatro palestras:
"Emissões atmosféricas e bacias aéreas", ministrada por Jose Marcos Santana, da Tasqa Ambiental;
"Ergonomia (LER/DORT) - ferramentas para implantação", apresentada por Eduardo Marcatto, da Prodergo;
"Prevenção de incêndios nas indústrias químicas/tintas e a importância do auto de vistoria do Corpo de Bombeiros", proferida pelo Capitão Eduardo Drigo da Silva;
"Venda de crédito de carbono", com a apresentação de Ricardo Olenski, da Olenski Consultoria.
O evento dirige-se a profissionais das indústrias de tintas, vernizes, da área química em geral e demais segmentos industriais, como técnicos e engenheiros ligados aos setores de segurança e meio ambiente ou que trabalham na prevenção e manutenção preventiva de equipamentos, além de estudantes. As inscrições estão abertas e podem ser efetuadas no Sitivesp, onde também podem ser obtidas todas as informações pertinentes ao Fórum.
Informações: (11) 3262-4566 ou pelo e-mail: eventos@sitivesp.org.br
EFI Vutek GS3200 oferece qualidade fotorrealística e velocidades de até 67,92 m²/h
A EFI traz ao mercado sua impressora híbrida Vutek GS3200 de 3,2 m, para super grandes formatos
 A máquina atinge velocidade de até 67,92 m²/h e tem resolução de 1000 dpi. A ampla versatilidade para atender às mais variadas aplicações de grandes formatos também é o seu ponto forte. “As impressoras da série GS têm sido aceitas pela indústria com entusiasmo incrível. Estamos de olho no futuro ao exibir a GS3200 com as soluções de ponta para o gerenciamento de impressão e de fluxo de trabalho da EFI”, disse Chuck Dourlet, vice-presidente de marketing, EFI Vutek.
A versatilidade da Vutek GS3200 expande para novas indústrias o alcance da impressão de grandes formatos. Com Dual-Resolution Capability (Capacidade de Resolução Dual), a nova impressora permite saída com 600 dpi e 1000 dpi reais com tamanhos de gota selecionáveis de 24pl ou 12pl. Também produz gráficos fotorrealísticos no modo 8 cores (mais branco) com velocidades de até 33,96 m²/h e no seu modo Fast-5™, com velocidades de até 67,92 m²/h. A GS3200 compete com impressoras comerciais de produção em alto volume e é uma substituição perfeita para diversas impressoras de grandes formatos em um bureau.
Com produção flexível e capacidade de transição de rígido para rolo-a-rolo de menos de um minuto, a GS3200 imprime em vários substratos. A máquina fornece possibilidade de impressão branca de três camadas e permite acesso a novas aplicações de alto valor agregado. Perfeita para grandes ou pequenas tiragens, oferece o maior retorno sobre o investimento (ROI) na indústria com alta qualidade e em alta velocidade.
A GS3200 está disponível no Brasil no início de 2010. Para mais informações sobre as impressoras Vutek, visite www.efi.com/Vutek
Nova regulamentação do e-mail marketing exige mudanças e adequações no contato com o cliente
A Frontier, empresa que atua há mais de uma década no setor, disponibiliza no site o acesso ao código na íntegra
Com a aprovação oficial do código de autorregulamentação do e-mail marketing, a Frontier Digital Business, que oferece entre outras soluções, gestão e envio de campanhas de e-mail marketing, investe em ações de aculturamento dos seus clientes sobre as novas regras do setor. A empresa disponibiliza a partir desta semana para os interessados o código na íntegra para download. Acesse no: www.frontier.com.br/novo/digitalmarketing/Imprensa.aspx
Edson Barbieri, diretor-geral da Frontier e de e-mail marketing da Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD), ministrou palestra no Centro Brasileiro Britânico, sobre as principais mudanças com a nova regulamentação. “O código tem como objetivo organizar e regulamentar o uso desse relevante canal de comunicação”, explica Barbieri. “As alterações foram elaboradas por 14 entidades signatárias e entrarão em vigor no prazo de 180 dias a partir da data de publicação”, ressalta.
Durante o evento, as empresas foram orientadas sobre o uso da base de dados, a necessidade de autorização prévia do destinatário, a disponibilização de informação e de recursos ao público. Requisitos técnicos no momento do envio e itens obrigatórios nas diferentes partes da mensagem. “Tratam-se de mudanças significativas para o desenvolvimento da ferramenta no País”, conclui Barbieri.
Fundada em 1996, a Frontier Digital Business é uma empresa genuinamente brasileira, e foi pioneira no mercado de Internet no país. Desde então, acumulou experiência nesse mercado e é hoje especialista e referência em soluções de Data Center e Marketing Digital.
www.frontier.com.br
|